Julia do Val,




Idade, onde vive, o que faz? 25 anos, São Paulo, artista plástica (pintura e edição de vídeo)
Não dá para começar de outra forma, qual teu signo? Gêmeos, com ascendente em capricórnio
Huum, o que você tem amado, ultimamente? Redescobrir todas as vertentes da escultura clássica
E livro, tem lido? Estou lendo Tim Maia, estudando Nietzsche, pesquisando em diversos livros de arte… tudo ao mesmo tempo.
O que tem tocado no seu IPOD? Edith Piaf, música clássica, eletrônico pesado e rock
Se pudesse encher seu armário de algum estilista, qual seria? Marcella Zambardino
3 programas imperdíveis para quem visita SP? Ibirapuera, comer no Fidel (ou happy hour no piano bar), passear no centrão
Último consumo? Um ateliê!
Agridoce, hoje: Minha arte, meus amigos, meus amores
Não dá pra ficar sem: Minha dog, Wicca
Profissão ideal? A que faz bem a alma!
Qual sua cidade preferida no mundo e por quê? Veneza: história e arte!
O que perceberíamos em você numa primeira conversa? Timidez
O que a inspira? A vida!

Um pouco das obras:





Mais:
O port(i)fólio
O antes (1) (2)

[por Ricardo Gaioso]

Poolga no iPhone






Para quem tem iPhone e não simpatiza muito com os papéis-de-parede bucólicos que remetem à vida campestre ou paradisíaca, o site Poolga reúne ilustrações espertas de designers ao redor do planeta para o projeto, basta escolher e baixar, gratuitamente.

É bem de lembrar: Nosso ilustrador brasileiro Rodrigo Braga, o Maltchique, está contido no emaranhado.

É bem de lembrar #2: Novos temas são publicados dia sim, dia não.

Mais:
Poolga

[por Ricardo Gaioso]

Human Mirror






Genial a nova missão do Improv Everywhere, grupo que questiona a robotização do ser humano criando cenas urbanas um tanto inusitadas e curiosas. Com gêmeos idênticos à mesma posição num vagão de metrô, dá-se a impressão de um espelho humano. A expressão da audiência desavisada resulta em um enorme ponto-de-interrogação-de-testa.

?

O projeto funciona desde 2001 e já criou dezenas de situações hilárias em várias partes do mundo, como brigas de travesseiro aos pés da Torre Eiffel, enxame de ruivos, dia “sem-calça”, centenas de celulares tocando ao mesmo tempo numa loja de departamentos e por aí continua.

Flash mob, cotidiano, surpresa, sincronia.

Mais:
Improv Everywhere
Clipe “Remind Me“, do Röyksopp (robotização humana)

[por Ricardo Gaioso]

Arc Mouse





A Microsoft acaba de lançar o modelo de e-camundongo “Arc Mouse”, que além de descolado e anatômico, ele é ainda sem fio e dobrável, disponível em preto e vermelho.

Aprovado.

[por Ricardo Gaioso]

O Barulho Indiscreto da Chuva

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Para quem está se sentindo cult ou curioso, em São Paulo:

Nota rápida para a peça “O Barulho Indiscreto da Chuva“, da Cia. Corpos Nômades, uma mistura interessante entre dança contemporânea, teatro, vídeo-arte e música. Num casarão inacreditável (que vai se relevando em pequenas doses e cômodos) da Rua Augusta central se passa o espetáculo experimental surreal e noir. Entre noiva engessada, maquiagem borrada, transformista equilibrista, comerciante manco, malabarismos corporais, gritos, cantoria e muita nudez (crua-crua), o visitante se sente atraído, assustadiço, cúmplice, sôfrego, atento e, ao mesmo tempo, parte da história recriada por mitos e lendas da região.

David Lynch, teatro tupiniquim, abstrato, sexual, programa alternativo de fim de semana.

O Barulho Indiscreto da Chuva (Cia. Corpos Nômades)
Horário: Sex e sáb, 21h. Dom, 20h.
End.: Rua Augusta, 325.
Preço: R$ 10,00. 16 anos.
Data: de: 13/06/2008 até: 31/08/2008

[por Ricardo Gaioso]

Didi F.,

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PERSONA

Idade, onde vive, o que faz? 26 anos, São Paulo, “blogueiro”.
Não dá para começar de outra forma, qual teu signo? Virginiano com ascendente em Leão, a.k.a. mala ao cubo.
Huum, o que você tem amado, ultimamente? Acordar depois do meio dia, todo dia, sem culpa.
Lê alguma publicação? Todas as revistas de fofoca do país, principalmente aquelas baratas tipo “Conta Mais”, e uma revista do Rio chamada “M…” (de Merda).
E livro, tem lido? “Popism” do Andy Warhol, mas em locais públicos (aeroportos, praças, praias) eu sempre levo um autor cultuado tipo Irvine Welsh pra forjar atitude.
O que tem tocado no seu IPOD? Sam Sparro, quase que ad nauseam.
3 programas imperdíveis para quem visita SP? Ir nas festas da Lalai, especialmente na CREW, comer comida japonesa boa, barata - e com garçons que não falam português - no japonês do lado (direito!) da Chopperia Liberdade e eu ia adorar se eu tivesse uma bicicleta pra pedalar no Parque do Ibirapuera todo dia, mas eu não tenho, mas tenho certeza de que quem tem deve achar im-per-dí-vel!
Agridoce, hoje: Notícias sobre a Amy Winehouse/Lindsay Lohan/Britney Spears.
Não dá pra ficar sem: Internet, óbvio!
Se você fosse um personagem de um filme, quem seria? Visconde de Valmont em “Dangerous Liaisons”, porque eu ia querer ser chorado em morte, apesar de toda a sacanagem cometida em vida.
Lugar certo para um 1º encontro? Qualquer lugar onde ocasionalmente apareça um ex seu, só pra servir de embasamento.
Profissão ideal? Escritor de sucesso.
Você tem um gadget favorito? Notebook e iPod, não dá pra viver sem.
Qual sua cidade preferida no mundo e por quê? Nova Iorque por, abrindo espaço pra cafonice, “ter me ensinado a sobreviver”.
Como se vê em 5 anos? Mais intolerante.
O que perceberíamos em você numa primeira conversa? Egocentrismo, talvez?
O que o inspira? Eike Batista.
Você tem algum tipo de guru? O Shuffle do meu Ipod, quando eu quero resposta rápida pra alguma coisa eu concentro na pergunta, seleciono o shuffle e a primeira música que vier me dá a resposta no título ou na letra, é tipo minha magic 8 ball.

Didi F. é blogueiro do Te Dou Um Dado? e apresenta o Gay Show na MTV.

[por Ricardo Gaioso]

Zoren Gold & Minori









Uma câmera fotográfica não é apenas um objeto que tira fotos. Essa diminuta engenhoca é capaz de romper as barreiras das dimensões, como num túnel invisível, servindo de elo entre o mundo que os seus olhos abertos enxergam e o que fechados podem enxergar.

E para que o feitiço tenha poder e a poção mágica fique al dente, este cajado de condão precisa ser manuseado com precisão e cautela, com pitadas de criatividade, imaginação, ousadia e desenvoltura, sem exagero das quantidades de sal.

Pára-se o tempo, cria-se paisagens, modifica-se o clima. Pessoas levitam, são teletransportadas, retorcidas e distorcidas. E seus danos podem ser irreversíveis. Requer-se prática, timing, boa luz, savoir-faire e savoir-vivre, sendo esses dois últimos inexistentes sem um ao outro. Da mesma forma Zoren Gold & Minori Murakami, o duo de artistas radicado em Tóquio que, numa overdose de excentricidade, atravessam colagens, ilustrações, fotografia e design gráfico com pleno fôlego e maestria.

O port(i)fólio da semana, de longe, de perto e ao avesso, tridimensional e lúdico.

O resto, só tem uma maneira de descobrir.

Mais:
O port(i)fólio
A campanha “As Viagens de Melissa” [1] [2] [3]
O livro Object that Dreams, publicado por eles
Fonte: Radar55

[por Ricardo Gaioso]

Squint Patchwork







Essa colcha de retalhos repaginada e meio hipster, o patchwork, requer bom senso e certo equilíbrio para o restante do espaço, a não ser que você invista numa idéia picadeiro de circo, onde a principal atração - o palhaço - vira o próprio dono, no globo da morte (hipérbole?).

A loja londrina Squint desafiou a fronteira do equivocado e apresenta a seu respeitável público uma linha de móveis, entre poltronas, sofás e camas, e acessórios multicoloridos e cheios de bossa.Bravo!

Mais:
O site da loja
O 50º aniversário da poltrona Egg, também em patchwork

[por Ricardo Gaioso]

Sexta-feira e a coruja

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Dizem que quando se sonha com uma coruja, é agouro de melhores oportunidades na vida, se soubermos aproveitá-las. Como animal de estimação de Atenas, a deusa da sabedoria na mitologia grega, a coruja vê o que os outros não vêem, uma vez que sua capacidade de percepção é ampliada.

“Os dias talvez sejam iguais para um relógio, mas não para o homem.”

Proust

Hoje pode ser o dia certo para esse dever de casa.
Bom final de semana.

A ilustração é um decalque de parede feito pela suíça radicada em Londres Katharina Leuzinger.

Mais:
O site da Leuzinger
Fonte

[por Ricardo Gaioso]

Chiara Rodello,

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PERSONA

Idade, onde vive, o que faz? 30 anos, na Rua Augusta em SP, produtora de eventos.
Não dá para começar de outra forma, qual teu signo? Sagitário, ascendente em câncer.
Huum, o que você tem amado, ultimamente? Morar na Augusta, andar a pé pela cidade a qualquer hora do dia e o monte de novos cafés que abriram na cidade.
Lê alguma publicação? Sim, Vogue. Eu adoro revistas. Tem sempre uma dentro da minha bolsa.
E livro, tem lido? “Ao Som do Mar e à Luz do Céu Profundo” - Nelson Motta
Sites nos favoritos: Google. My Best Friend Ever. Ele me leva aos melhores caminhos. Fotolog, Flickr, Youtube.
O que tem tocado no seu iPod? Likke Ly, Hot Chip, John Mayer, Chico Buarque, George Michael, Fiona Apple e Madonna (sempre!)
Qual foi o lugar mais interessante que você foi nos últimos 12 meses? Um café em Milão, que só podia entrar descalço.
3 programas imperdíveis para quem visita SP? Trash 80’s, passeios pelo Centro e MASP
Último consumo? Camisetas da Vish.
Agridoce, hoje: Dormir tarde. Eu adoro a noite, mas fico completamente desconcentrada no dia seguinte se durmo pouco.
Válvula de escape: Escrever e um café ou outro pela cidade.
Viagem mais absurda e o por quê? Amsterdã. Eu só fiquei ali porque o vôo foi cancelado por causa de uma tempestade de neve. Acabei ficando 3 dias e apaixonada pela cidade.
Se você fosse uma personagem de um filme, quem seria? Claire, de “Tudo Acontece em Elizabeth Town”.
Lugar certo para um 1º encontro? Spot ou Duplex (um bistrô delícia na Melo Alves)
Você tem um gadget favorito? Meu relógio de pulso, quadrado e marrom e um microondas amarelo que acabamos de adquirir lá em casa.
Qual sua cidade preferida no mundo? São Paulo. Eu gosto de ter gente conhecida e falante e a 1.000 por hora ao redor.
O que perceberíamos em você numa primeira conversa? Minha ansiedade. (risos)
O que o inspira? A noite, as cores e as luzes de qualquer lugar.
Você tem algum tipo de guru? DJs, cabeleireiros e maquiadores sempre são gurus, não?

[por Ricardo Gaioso]

Alberto Seveso









Ele é italiano de Milão, vive em Roma, tem 30 anos, é autodidata (e nem nunca frequentou aulas de design), desenha há quinze anos, usa o Photoshop no Windows (!) e é, fácil-fácil, o nosso portifólio (ou portfólio?) da semana: Alberto Seveso.

Mais:
O port(i)fólio

[por Ricardo Gaioso]

Desenho animado eterno



Já é senso comum em torno do planeta, a moda e os costumes vêm, se tornam grandes estrelas famosas e perseguidas por todas as esquinas, eventualmente caem em desuso, somem - por um tempo, e vêm, se tornam grandes estrelas e (…), bom, o ciclo vicioso (outra expressão atemporal) dá a liga ao legado.

Parte disso, os desenhos animados antigos encabeçam o movimento - roupas, músicas e malemolência - veja abaixo quais e porquê:



(Where In The World Is) Carmen Sandiego - A classuda ladra vaga em seu helicóptero pelo mundo roubando importantes obras de arte e itens de valor histórico, deixando pistas misteriosas, porque o fetiche é ser pega. E é bem de lembrar que mão-leve no museu anda em alta.

Galaxy Rangers - Vale já pelo lenço de pescoço do soldado Shane Gooseman, as altas tecnologias do ano 2086 e, claro, a franjinha reta da arqueóloga Nikko. Moderninho.


The Super Globetrotters - Com esse nome e super poderes, quem precisa de qualquer outra coisa hoje em dia? (A imagem decente vai ficar em débito)



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Jem And The Holograms
- Esse último pode ser catalogado na sessão instituição, e virou febre dos fashionistas de outrora (entre garotas e, bom, seus amiguinhos). O ringue da rixa entre o bem e mal era o palco e o microfone as luvas de boxe, uma verdadeira catarse de cores, cabelo, canções e coreografias: Bob Fosse no talo. Ainda não convincente, os poderes saíam dos brincos de estrela e as músicas eram pura melodia. A propósito, elas ainda podem ser encontradas para download e as letras estão espalhadas por toda a rede.

Material de pesquisa para a próxima “Vai”, no Clube Glória.

Mais:
A vinheta de Jem And The Holograms
O site
Artigo no Aqui Só Tem Bafon

[por Ricardo Gaioso]

Bonecos designers






Sabe aqueles momentos de meio de madrugada, entre um cochilo e outro, metade do copo cheio de sono e uma romântica epifania baila tango sobre o seu colo? Um cafuné de neurônios e você pode conquistar o mundo!

Bom, o tal do insight era tão genuíno e abrangente que você não precisaria anotar aqueles efêmeros detalhes para a manhã seguinte convocar a imprensa mundial, não é mesmo?

PUF! Retornar ao final da fila. Próximo!

Desse ciclo quase maternal, nasceu a simples e genial versão mignone dos designers aqui já esmiuçados (clique sobre para reler artigo) Jaime Hayon, Zaha Hadid (cujo design usado em novas Melissa’s foi exposto na SPFW) e Karim Hashid, esse último com recente passagem por São Paulo.

bonecos7.jpg

A designer é Olivia Lee, da Singapura, bolsista da Central Saint Martins em Londres e atualmente procurando emprego e holerite.

Imagens: Dezeen

Mais:
Olivia Lee

[por Ricardo Gaioso]

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