


MERCI – Essa loja-conceito pode parecer o céu, ao menos até um pouco antes de espiar a etiqueta de preço. Criada pelo casal a frente da marca infantil de luxo Bonpoint, a Merci une o melhor dos mundos quando o assunto é moda, decoração e lifestyle. Tudo da maneira mais sóbria e chique possível. Para arrematar, parte do lucro é revertido para ajudar as crianças do Madagascar. O café ainda conta com uma biblioteca gigantesca de um sem-número de livros e revistas, para passar muito tempo desejando viver ali.



MAMA SHELTER – Apesar da localização meio fora de mão (no 20º), o hotel Mama Shelter decorado por Philippe Starck ainda convence pelo design incrível, conforto e tarifação irrisória. É importante reservar com bastante antecedência, mas esse novo rumo cool&cheap merece meros e refestelações.


TOKYO EAT - Além do próprio Palais de Tokyo que sempre abriga diversas exposições interessantes e galerias, o restaurante também se encaixa naquele conceito de lugares flutuantes: Eles poderiam estar em qualquer lugar do mundo. A comida é uma fusão deliciosa entre a culinária francesa e asiática, o décor é sober-trendy e estar ali sempre dá aquela sensação parte do movimento jet-setter.

AIR DE PARIS – Simpática galeria de arte com exposições pop e moderninhas, multi-coloridas, do jeito que o diabo teenager gosta.

UNIQLO – Para resumo da ópera: Compre tudo o que eles fizerem. Avance. Ataque como um vândalo. Ame e idolatre. Assim como todo o resto do mundo. Os caras são bons mesmo. As gravatas são fininhas, as camisas-xadrez tem estampas absurdas, coletes, camisetas básicas, cuecas e ceroulas se caracterizam como imperdíveis.
Postado em: 18 de fevereiro de 2010
Categorias:
ARTSY,
BAR-RESTÔ,
VIAGEM
Tags:
Poucos lugares no planeta ultrapassam a categoria de catálogo, e reinam absolutas no campo magnético dos indecifráveis. Paris é um deles. É impossível traçar a cara da cidade. Ela é imprevísivel e idiossincrática, instintiva. Por mais que ela venha impregnadíssima de predicados, cada nova estória ali nasce do zero. É a viagem experimental de cada um, aqui atalhadas pela doutrina do imperdível.
É bem de lembrar: Este pequeno guia de Paris (dividido em alguns artigos), dá a liga do crème de la crème da capital, saindo de bandinha do circuitão turístico e abrindo espaço para o seu lado mais contemporâneo e urbano, de alguma forma ainda bruto (e brutal) do cenário local de mãos dadas com alguns já conhecidos (e não menos interessantes) spots de Paris, dessa vez sem trivialidade e romance.


CENTQUATRE – Este vasto espaço de 39 mil metros quadrados acolhe diversos artistas tanto locais como internacionais, estabelecidos ou emergentes, que usam o espaço como campo de intervenções e residência, transformando arte em ação, assim, frente a frente do público.


KONG – Este é um destino que muita gente (se não todos) já conhece, e que vale a visita de qualquer forma. O clima é gringo, nada a ver com Paris inside, mas a vista vale a visita, vale os drinks e vale o pulo.


ESPACE KILIWATCH – Essa store-brechó é um dos meus lugares favoritos de Paris. Tudo pode ser encontrado ali, novo, velho ou semi-novo, de roupas a relógios (Nooka, inclusive) e livros, óculos, acessórios, acervo bem velho em um lugar super interessante na rua Tiquetonne, 64 (cujo nome eu também acho igualmente irreverente).


KUBE HOTEL – A arquitetura e o design formam um ambiente totalmente fantástico, seja pela entrada, no bar de gelo ou no restô, o Kube Hotel é sempre uma pedida extravagante para se hospedar ou ao menos tomar um drink.
Continua nos próximos dias…
Postado em: 17 de fevereiro de 2010
Categorias:
ARTSY,
BAR-RESTÔ,
DESIGN,
VIAGEM
Tags:

Não existem fronteiras para os jet-setters, as principais capitais do mundo já estão batidas e servem para, além de fontes intensas de novidades e tendências, apenas como ponto de partida para destinos mais insólitos.
Normalmente eles aterrisam nas cidades ícones do manual de sobrevivência – Londres, Paris, NY, Berlim e, inclusive, São Paulo – já portando o esboço do itinerário em mãos. Requisitos básicos: Alguns poucos restaurantes novos de um chef estrelado (ou apostado por um grande nome), abertura de galeria de arte de algum conhecido (eles tem muitos amigos em todas essas cidades como se morassem ali), um rasante nas lojas mais emblemáticas da cidade, onde os vendedores já o conhecem e o fim de noite no mesmo restaurante de sempre, com os mesmos melhores amigos de sempre, a turma dos it’s que todo o resto do mundo sabe os nomes mas não fazem a menor ideia do que fazem. Essa é a diferença entre os jet-setters e os muito ricos. O primeiro grupo, verdade seja dita, não tem tanto dinheiro assim. Eles consomem fervorosamente a lista de tendências supertrendy do mercado – entre restaurantes, bares e, inclusive, cidades – Só vão a galerias na vernissage, para conversar e atualizar o networking, bebericar champagne e passar o olho em algumas obras para se inteirar do papo, só compram um único item da sua loja favorita – uma lembrancinha para não deixar passar batido ou um super objeto de desejo insinuante já calculado e repensado com antecedência e que irá lhe custar algumas parcelas de enxaqueca e superação pessoal.
A estória inteira, após o jump.
(mais…)
Postado em: 4 de fevereiro de 2010
Categorias:
ARCHI,
BAR-RESTÔ,
VIAGEM
Tags: