

Overview de algumas imagens do canal EXPRESS do Pequi, recentemente.
Exposição, vernissage, lançamento de produto, première, festa e curiosidades imagéticas e auto-explicativas do que acontece hoje em São Paulo.


Overview de algumas imagens do canal EXPRESS do Pequi, recentemente.
Exposição, vernissage, lançamento de produto, première, festa e curiosidades imagéticas e auto-explicativas do que acontece hoje em São Paulo.



De repente, a semana pode ainda se desdobrar em uma inesperada surpresa. Esteja sempre aberto a oportunidades atrevidas.
Mereça.
Ilustração: Filippo Fortis





Embora sempre rumamos para a frente, tomando fôlego e buscando pequenos jatos de impulso interno, vez ou outra, vale dar uma pausa na inércia dos habituais, subir um lance de escadas e poder ficar admirando o mundo de cima.
Ilustração: Lucie & Simon








A única saída, capaz de lidar com essa maneira rouca que a vida às vezes opta por nos tratar, é adotar o gênio romântico rock star. O segredo está no élan de se portar. Despreocupar-se com essas banalidades da sociedade careta, ignorar os cabelos certinhos, as leis das mais absurdas impostas ou posar para a foto.
Escute os seus espíritos mais insólitos.
Ilustração: Dan Wilton








Estamos tratando de um dos maiores artistas de sua geração. O americano Matthew Barney – cineasta, escultor, pintor, desenhista – parte direto para a maior extravagância visual (im)possível, te enclausurando em um limbo escorregadio de provocações e questionamentos. A imagem desperta uma força sexual trepidante ao mesmo tempo que desopila do seu próprio corpo alguma sensação enojada e arrependida.
Fadas musculosas com penteados esquisitíssimos em forma de bolas vermelhas, corredores de “rally” com espermas saindo dos bolsos, um prisioneiro coberto de abelhas, alpinista em escalada pelas paredes de um palco vazio, mulher leopardo, mágico e outras andróginas criaturas habitam o seu mundo fantástico. Matthew sempre foi um visionário e delineava os chamados (cretinamente) “Gagaísmos” desde o começo dos anos 80.
Ele é essa figura formidável por trás das séries “Cremaster“, ele é o marido da Björk, ele ganhou o consagrado prêmio Europa 2000 na Bienal de Veneza, ele foi o primeiro a receber o prêmio Hugo Boss do Guggenheim Museum, ele encabeça performances híbridas onde a matéria-prima vira catering, ele tem uma obra em Inhotim (foto 8), sua arte é visceral, Matthew Barney é um ícone.




Para a mais atroz das ferocidades, os olhos serenos se escondem em alguma cavidade de paz. A segurança é a arma mais letal, munida de confiança, o corpo se sabe sexy, de uma inocência provocante que só os grandes conhecedores da sua própria flexibilidade se permitem ir tão além.
Fotografia de Andy Houghton, design de Muiz Anwar.












Não é de hoje que revistas independentes se despistam do parasitismo cíclico das grandes publicações e almejam um lugar considerado neutro, cool e auto-suficiente. Ali neste pedestal, reinam ideias absolutas que alçam voo solo, abençoadas por uma produção fresca e esperta, com uma pegada quase política de tão libertária.
As experimentações ilustram um campo aberto não somente de pessoas interessadas em colaborar - Modelos, gente da cena urbana de alguma cidade, fotógrafos, maquiadores e stylists – E gente interessada em consumir. A ordem é inovar, sem cogitar estribeiras, apreciar o que é de fato apreciável.
Emparelhando toda a iniciativa com a vontade de comer, a U+MAG eleva uma compilação absurda dessas pessoas (inclusive brasileiras), da moda, das meras coisas inexplicavelmente criadas e adoradas em formato de revista online.
Consumir, interpretar e fabricar.
Depois do jump, mais da seleção de imagens.